Topo: -Meio: OBS (2)Fundo: -
Topo: -Meio: Não encontradoFundo: -
Topo: -Meio: Leve nas lateraisFundo: -
Topo: OBS (1)Meio: OBS (3)Fundo: OBS (4)
OBS (1): A parcela do topo não foi inspecionada pois parte da carga existente nos porões foi descarregada em Itaqui; OBS (2): Na abertura dos porões, observamos uma leve umidade por condensação causada na carga junto às paredes. A pior condição foi encontrada a boreste do porão #5, onde aprox. em 5m de extensão a carga estava úmida, esbranquiçada, parcialmente em degradação e com alguns grumos duros. Esta parcela em pior condição permaneceu a bordo para ser descarregada em PGUA; OBS (3): No meio foi utilizado retroescavadeiras para coleta da carga no fora-de-boca e evitar adernamento do navio. Tal eqto pode causar a degradação do produto; OBS (4): A parcela do fundo não foi inspecionada pois parte da carga existente nos porões será descarregada em Paranaguá.
NA ABERTURA DOS PORÕES, OBSERVAMOS UMA PEQUENA PARCELA DE CARGA ÚMIDA POR CONDENSAÇÃO JUNTO ÀS PAREDES, EXCETO À BORESTE DO CH#5, ONDE A CONDIÇÃO DO PRODUTO ESTAVA PIOR, CONTUDO ESTA PARCELA SERÁ DESCARREGADA EM PGUA. VÁRIOS AGLOMERADOS FORMADOS POR GRÃOS, EM GERAL SE DESMANCHANDO MANUALMENTE. A CARGA APRESENTAVA DIFERENÇA DE COLORAÇÃO/TONALIDADE. APESAR DA BAIXA QUANTIDADE DE PÓ OBSERVADO NA AMOSTRAGEM, OBSERVAMOS MODERADA EMISSÃO DE PÓ DURANTE A OPERAÇÃO DE DESCARGA, PORTANTO NÃO DESCARTAMOS A POSSIBILIDADE DE MODERADAS A ALTAS CONCENTRAÇÕES DE PÓ NO NÚCLEO DA CARGA QUANDO ESTIVER ARMAZENADA.