Topo: Não observadoMeio: Não observadoFundo: Não observado
Topo: OBS (2)Meio: OBS (2)Fundo: OBS (2)
Topo: Solta / LeveMeio: Solta / LeveFundo: Solta / Leve
Topo: OBS (1,2,3)Meio: OBS (2,3)Fundo: OBS (2,3,4)
OBS (1): Após a descarga da camada superficial a carga tornou-se mais compactada e com a presença de vários grumos; OBS (2): Durante a descarga observamos pedaços de sacos, fitas e cordas de nylon misturados à carga. O devido protesto foi apresentado contra o navio, porém o comandante se recusou assinar. Sendo assim, encaminhamos o protesto aos agentes locais do navio através de carta registrada; OBS (3): No topo/meio/fundo foi utilizado retroescavadeiras para coleta da carga no fora-de-boca e evitar adernamento do navio. Tal eqto pode causar a degradação do produto; OBS (4): No piso dos porões foi utilizado tratores de pneus.
A CARGA PRODUZIU VÁRIOS GRUMOS, EM GERAL FORMADOS POR GRÃOS E SE DESMANCHANDO MANUALMENTE. PORÉM EM TODAS AS CAMADAS ENCONTRAMOS VÁRIOS GRUMOS GRANDES E DUROS, OS QUAIS AS VEZES OBSTRUIRAM OS FUNIS CAUSANDO A PARALIZAÇÃO DA DESCARGA. TAMBÉM OBSERVAMOS A PRESENÇA DE GRUMOS FORMADOS DE GRÃOS + PÓ OU APENAS PÓ. A CARGA APRESENTAVA DIFERENÇA DE COLORAÇÃO/TONALIDADE E ESTAVA BASTANTE EMPOEIRADA. ALÉM DE APRESENTAR-SE PARCIALMENTE COM MODERADAS E ALTAS CONCENTRAÇÕES DE PÓ DETECTADOS DURANTE A AMOSTRAGEM, OBSERVAMOS MODERADA A ALTA EMISSÃO DE PÓ DURANTE A OPERAÇÃO DE DESCARGA, ALÉM DE VEIOS DE PÓ EM ALGUMAS ÁREAS DOS PORÕES, PORTANTO NÃO DESCARTAMOS A POSSIBILIDADE DE MODERADAS A ALTAS CONCENTRAÇÕES DE PÓ NO NÚCLEO DA CARGA QUANDO ESTIVER ARMAZENADA.