Topo: OBS (1)Meio: -Fundo: -
Topo: Não encontradoMeio: -Fundo: -
Topo: Solta / LeveMeio: -Fundo: -
Topo: OBS (1,2,3)Meio: OBS (4)Fundo: OBS (4)
OBS (1): Na abertura do porão, observamos uma leve umidade causada na carga por condensação, onde junto as paredes a condição era pior e apresentou uma parte da carga em degradação, porém a quantidade era pequena; OBS (2): Após a descarga da camada superficial a carga continuava levemente compactada e com a presença de vários grumos; OBS (3): Devido a condição de compactação do produto e a fim de evitar o adernamento do navio e/ou formação de altas barreiras foi necessário a utilização de tratores de esteira. Tal eqto. pode causar a degradação do produto; OBS (4): As parcelas do meio e fundo não foram inspecionados, pois parte da carga era destinada ao porto de Antonina.
VÁRIOS GRUMOS FORMADOS POR GRÃOS, EM GERAL SE DESMANCHANDO MANUALMENTE OU DURANTE O MANUSEIO, PORÉM ALGUNS ESTAVAM DUROS OU APRESENTAVAM GRANDES DIMENSÕES. TAMBÉM OBSERVAMOS A PRESENÇA DE PEQUENOS GRUMOS DUROS E ESBRANQUIÇADOS PRODUZIDOS PELA CONDENSAÇÃO. NA ABERTURA DO PORÃO, OBSERVAMOS UMA PEQUENA PARCELA DE CARGA ÚMIDA POR CONDENSAÇÃO E, PERTO DAS PAREDES, UMA PARCELA EM DEGRADAÇÃO, MAS A QUANTIDADE ERA PEQUENA. A CARGA APRESENTAVA DIFERENÇA DE COLORAÇÃO/TONALIDADE. APESAR DA BAIXA QUANTIDADE DE PÓ OBSERVADO NA AMOSTRAGEM, OBSERVAMOS MODERADA EMISSÃO DE PÓ DURANTE A OPERAÇÃO DE DESCARGA, ALÉM DE VEIOS DE PÓ EM ALGUMAS ÁREAS DO PORÃO, PORTANTO NÃO DESCARTAMOS A POSSIBILIDADE DE MODERADAS A ALTAS CONCENTRAÇÕES DE PÓ NO NÚCLEO DA CARGA QUANDO ESTIVER ARMAZENADA.