Topo: OBS (2)Meio: Não observadoFundo: Não observado
Topo: OBS (1)Meio: Não encontradoFundo: Não encontrado
Topo: Solta / LeveMeio: Solta / LeveFundo: Solta / Leve
Topo: OBS (1,2,3,4)Meio: OBS (4)Fundo: OBS (4,5)
OBS (1): Na abertura do porão #1, observamos grãos de milho sobre a carga e estruturas do navio (resíduos da última carga transportada pelo navio). Seguindo nossa instrução, a tripulação removeu todos os grãos de milho visualmente detectados sobre a carga e estruturas do porão, porém não descartamos a possibilidade de surgir grãos de milhos misturados à carga durante a descarga dos caminhões no armazém. O devido protesto foi encaminhado a navio, porém o comandante se recusou assinar, sendo assim, o protesto foi enviado aos agentes locais do navio, através de carta registrada; OBS (2): Na abertura dos porões, observamos umidade sobre a carga causada por condensação. No porão #1 a umidade não afetou a carga, porém nos porões #3 & #5 a umidade foi mais forte próximo às paredes, encontrando parte da carga em processo de degradação. Seguindo nossa instrução, toda a parcela em degradação foi removida pela tripulação. O devido protesto foi encaminhado a navio, porém o comandante se recusou assinar, sendo assim, o protesto foi enviado aos agentes locais do navio, através de carta registrada; OBS (3): Após a descarga da camada superficial a carga estava em boa condição, continuava levemente compactada e com a presença de vários grumos; OBS (4): No topo #1 meio #1,3,5 & fundo #3 foi utilizado retroescavadeiras para coleta da carga no fora-de-boca e evitar adernamento do navio. Tal eqto pode causar a degradação do produto; OBS (5): No piso do porão #3 foi utilizado tratores de pneus.
NO TOPO DO PORÃO #1 CONTAMINAÇÃO POR MILHO. NO TOPO DOS PORÕES UMIDADE POR CONDENSAÇÃO. NOS PORÕES #3 & #5 CONDIÇÃO PIOR PRÓXIMO DAS PAREDES, SENDO TAL PARCELA REMOVIDADA PELA TRIPULAÇÃO. A CARGA APRESENTAVA DIFERENÇA DE COLORAÇÃO/TONALIDADE. VÁRIOS GRUMOS FOMADOS POR GRÃOS, EM GERAL SE DESMANCHANDO MANUALMENTE, ALGUNS APRESENTAVAM GRANDES DIMENSÕES. APESAR DA BAIXA QUANTIDADE DE PÓ OBSERVADO NA AMOSTRAGEM, OBSERVAMOS MODERADA EMISSÃO DE PÓ DURANTE A OPERAÇÃO DE DESCARGA, ALÉM DE VEIOS DE PÓ EM ALGUMAS ÁREAS DOS PORÕES, PORTANTO NÃO DESCARTAMOS A POSSIBILIDADE DE MODERADAS A ALTAS CONCENTRAÇÕES DE PÓ NO NÚCLEO DA CARGA QUANDO ESTIVER ARMAZENADA.